segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
quem semeia expectativas colhe desilusões
quem semeia expectativas colhe desilusões: Não semeie expectativas exageradas em relação aos caminhos que percorre, não acalente esperanças de que as pessoas serão gratas pelo que você faz por elas, não espere que o outro vá mudar, não nutra desejos de ser aceito por todos. Não espere muito de ninguém, a não ser de você mesmo.
Benjamim Clementine
Não sou muito de "mudismos" ouvi falar dele mas não fui logo a correr pesquisar no Youtube.
Deu-me para isso a semana passada em que estava meio desanimada e precisava de fazer um trabalho intelectualmente pouco estimulante.
Deu-me para isso a semana passada em que estava meio desanimada e precisava de fazer um trabalho intelectualmente pouco estimulante.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
A 1º Crónica do Ano - A Oportunidade das Energias Renováveis
Quando começa um novo ano
renova-se a esperança, as pessoas fazem planos, postam frases motivadoras nas
redes sociais dizendo que uma nova porta se abre e que existem 365 novas
oportunidades.
Contudo para nós ” pacatos
cidadãos” o nosso livro de páginas em branco sofreu o que alguns consideram um
revés, com o aumento do preço dos combustíveis tema sempre difícil e complicado
pois “subida” de gasolina e gasóleo significa acréscimo do custo de vida. É a
crise dizem alguns má planificação outros. Não é nosso intuito dizer quem tem
razão queremos utilizar uma frase que nos parece apropriada: “Em tempos de
crise, CRIE” e deverá ser esse o nosso grande desafio de 2016 enfrentarmos os
tempos menos bons com inovação, criatividade e audácia.
Em jeito de sugestão, pois em períodos
difíceis todas as ideias são válidas, que tal apostarmos nas Energias
Renováveis?
As energias renováveis são fontes
de energia provenientes de recursos naturais que se renovam de uma forma
sustentável são disso exemplo a água da chuva, o vento, a biomassa, o sol, as
ondas e o calor da terra. Estas fontes evitam que se importem combustíveis
fósseis para gerar electricidade poupando dinheiro ao país e evitando a
poluição ambiental (emissão de gases estufa nocivos para o ar que respiramos).
Olhando para nós poderíamos
apostar nas energias eólica, solar, geotérmica e das ondas.
As centrais eólicas instalam-se
em locais onde a velocidade média anual do vento excede 6 m/s (metro por
segundo) são dotadas de aerogeradores cujas pás rodam com a força do vento
fazendo rodar o eixo do gerador, ou turbinas eólicas que produzem
electricidade. Além das instalações em terra (onshore) as centrais eólicas
também podem ser instaladas no mar (offshore) aproveitando o recurso presente
em zonas marítimas e a grande área disponível.
A produção de electricidade
usando o sol é possível através da utilização de painéis solares fotovoltaicos
ou térmicos. No primeiro caso as células fotovoltaicas ao receberem os raios
solares transformam-nos em electricidade já no segundo, usam-se espelhos que
concentram a luz solar para aquecer um fluido, gerando vapor que faz rodar as
pás de uma turbina, criando um movimento de rotação do eixo gerador que produz
electricidade (ideia a reter se analisarmos a nova forma de construção dos
edifícios….). O sol também pode ser usado para aquecer as águas domésticas ou
de processos industriais evitando o uso de electricidade ou gás.
A energia geotérmica é a energia
da terra que pode ser convertida em calor para aquecimento do ambiente ou da
água.
A que se pode encontrar no mar é
abundante contudo os equipamentos para a sua conversão em electricidade ainda
se encontram em desenvolvimento.
Lá fora a energia eólica é
amplamente utilizada na Europa, Ásia e Estados Unidos, parques de energia
fotovoltaica são comuns na Alemanha, Portugal e Espanha, parques de energia
solar térmica operam nos EUA (não precisamos de inventar a roda basta-nos
adoptar as boas práticas já existentes…).
Sabemos que a implementação destes
projectos leva tempo e que são dispendiosos mas pegando no mote de 2015, a
diversificação da economia, diversifiquemos também a forma de acesso á energia…
Se começarmos com projectos pequenos em áreas rurais iremos paulatinamente
desenvolver o nosso país, criar postos de trabalho e dotar as empresas de
outras opções de sustentabilidade energética.
Obvious - Não se acostume com o que lhe faz mal
http://obviousmag.org/pensando_nessa_gente_da_vida/2016/nao-se-acostume-com-o-que-lhe-faz-mal.html?utm_source=obvious+subscribers&utm_campaign=1431f2ecde-MAILCHIMP_DAILY_EMAIL_CAMPAIGN&utm_medium=email&utm_term=0_7d1f58ded8-1431f2ecde-213212965&goal=0_7d1f58ded8-1431f2ecde-213212965
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
E cá estamos...
Novo Ano mas a mesma ânsia de crescer de ir além de fazer mais e melhor de não ser só mais uma ...
Para mim o ano começa na altura do meu aniversário entretanto deixo-vos com IBEYI descoberta de hoje :D
Para mim o ano começa na altura do meu aniversário entretanto deixo-vos com IBEYI descoberta de hoje :D
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Crónica O País de 30/10
“Kotas”
Comemorou-se no passado dia 1 o Dia Mundial do Idoso, em alusão à data a Academia BAI exibiu uma comédia francesa intitulada “ E Se Vivêssemos Todos Juntos” sobre um grupo de idosos que decide viver em comunidade.
O filme realizado em 2011 aborda a temática do envelhecimento e de como a sociedade os encara, colocando-os em lares de idosos, contratando pessoas para auxilia-los, dando-lhes atestados de impotência e fragilidade. Ao decidirem viver em conjunto fazem-no pela longa amizade que possuem de forma a não deixar desamparado quem sofre de Alzeihmer e tem uma esposa com uma doença em fase terminal ou um fotógrafo “assanhado” que após um AVC é encaminhado pelo filho para um lar de idosos contra a sua vontade.
Não queremos e nem devemos ser desmancha-prazeres por isso não contaremos o fim, este filme dá o mote aquilo que nos preocupa que é a forma como olhamos e tratamos os nossos mais velhos.
Longe vão os tempos em que ter avó e avô em casa era sinónimo de orgulho de mostrar que a família cuidava dos seus patriarcas por serem eles o testemunho da história das diversas gerações.
Quem nunca se deliciou com os lanches em tardes passadas em casa dos avós não sabe o que perdeu, as histórias do tio fulano que sempre tinha sido bangão desde a infância ou os castigos por se ter “assaltado” a mangueira são memórias que ficam e nos acompanham para sempre.
Segundo dados do Ministério da Assistência e Reinserção Social são assistidos em todo o país 226.597 pessoas idosas em situação de vulnerabilidade, sendo 123.761 do sexo feminino e 102.836 do sexo masculino.
Que situação preocupante… estamos a deixá-los desamparados afastando-os do convívio familiar. É verdade que os tempos mudam e com eles as prioridades mas será certo deixar em situação de risco quem ajudou a criar-nos? Quem nunca ouviu histórias de famílias que expulsaram os seus anciões por acreditarem que estes praticavam feitiçaria (mas volta e meia os mais novos como se de uma esquizofrenia colectiva se tratasse justificam determinados actos por consultas a quimbandas e feiticeiros).
Ao todo no nosso país existem dez lares de idosos distribuídos por onze províncias sendo que a província com um maior número de lares é a do Moxico. O Ministério afirma estar a desenvolver acções para defesa desta franja da população em risco, pois os cuidados de saúde para os mais velhos são grosseiramente negligenciados.
O Dia Internacional do Idoso foi instituído pela Organização das Nações Unidas em 1991, com vista a uma reflexão, protecção e promoção dos direitos das pessoas idosas.
Segundo dados da OMS( Organização Mundial de Saúde) até 2025 o número de idosos poderá chegar até a 12000 milhões.
Esquecemo-nos dos nossos costumes ancestrais? Já não valorizamos a experiência de vida? Nesta sociedade que se diz moderna e que vive intensamente existirá lugar para aquilo que é o nosso bem mais precioso? Convém não esquecer que o tempo vai passando e que os jovens de hoje serão os idosos de amanhã será que lidaremos bem com acções que nos infantilizam desvalorizam excluindo-nos da sociedade?
Deixamos à reflexão.
Comemorou-se no passado dia 1 o Dia Mundial do Idoso, em alusão à data a Academia BAI exibiu uma comédia francesa intitulada “ E Se Vivêssemos Todos Juntos” sobre um grupo de idosos que decide viver em comunidade.
O filme realizado em 2011 aborda a temática do envelhecimento e de como a sociedade os encara, colocando-os em lares de idosos, contratando pessoas para auxilia-los, dando-lhes atestados de impotência e fragilidade. Ao decidirem viver em conjunto fazem-no pela longa amizade que possuem de forma a não deixar desamparado quem sofre de Alzeihmer e tem uma esposa com uma doença em fase terminal ou um fotógrafo “assanhado” que após um AVC é encaminhado pelo filho para um lar de idosos contra a sua vontade.
Não queremos e nem devemos ser desmancha-prazeres por isso não contaremos o fim, este filme dá o mote aquilo que nos preocupa que é a forma como olhamos e tratamos os nossos mais velhos.
Longe vão os tempos em que ter avó e avô em casa era sinónimo de orgulho de mostrar que a família cuidava dos seus patriarcas por serem eles o testemunho da história das diversas gerações.
Quem nunca se deliciou com os lanches em tardes passadas em casa dos avós não sabe o que perdeu, as histórias do tio fulano que sempre tinha sido bangão desde a infância ou os castigos por se ter “assaltado” a mangueira são memórias que ficam e nos acompanham para sempre.
Segundo dados do Ministério da Assistência e Reinserção Social são assistidos em todo o país 226.597 pessoas idosas em situação de vulnerabilidade, sendo 123.761 do sexo feminino e 102.836 do sexo masculino.
Que situação preocupante… estamos a deixá-los desamparados afastando-os do convívio familiar. É verdade que os tempos mudam e com eles as prioridades mas será certo deixar em situação de risco quem ajudou a criar-nos? Quem nunca ouviu histórias de famílias que expulsaram os seus anciões por acreditarem que estes praticavam feitiçaria (mas volta e meia os mais novos como se de uma esquizofrenia colectiva se tratasse justificam determinados actos por consultas a quimbandas e feiticeiros).
Ao todo no nosso país existem dez lares de idosos distribuídos por onze províncias sendo que a província com um maior número de lares é a do Moxico. O Ministério afirma estar a desenvolver acções para defesa desta franja da população em risco, pois os cuidados de saúde para os mais velhos são grosseiramente negligenciados.
O Dia Internacional do Idoso foi instituído pela Organização das Nações Unidas em 1991, com vista a uma reflexão, protecção e promoção dos direitos das pessoas idosas.
Segundo dados da OMS( Organização Mundial de Saúde) até 2025 o número de idosos poderá chegar até a 12000 milhões.
Esquecemo-nos dos nossos costumes ancestrais? Já não valorizamos a experiência de vida? Nesta sociedade que se diz moderna e que vive intensamente existirá lugar para aquilo que é o nosso bem mais precioso? Convém não esquecer que o tempo vai passando e que os jovens de hoje serão os idosos de amanhã será que lidaremos bem com acções que nos infantilizam desvalorizam excluindo-nos da sociedade?
Deixamos à reflexão.
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